Chorrochó sinalizou interesse em preservar sua história

Reprodução: Vista parcial da fachada da Câmara Municipal de Chorrochó

A população de Chorrochó – ou parte dela – entra em 2026 com a sensação de que o município parece despertar do longo e injustificável período de marasmo por que passou durante anos ininterruptos, mormente na área da cultura.

O prefeito Dilan Oliveira (PC do B) vem demonstrando dinamismo, habilidade, vontade política e inegáveis qualidades de trabalho voltado às exigências da população.

A Câmara Municipal se mostrou relativamente diligente com a história do município e aprovou lei, em votação unânime, mudando o nome da Rua Coronel João Sá, na sede, para Rua Dorotheu Pacheco de Menezes.

Este blog não conseguiu confirmar se o prefeito já sancionou a lei, se ainda está no prazo ou se a sanção dar-se-á tacitamente.

Desnecessário me alongar neste particular porque, ademais, muito já escrevi sobre a reivindicação dessa mudança, até fui repetitivo e, algumas vezes, abelhudo relativamente ao assunto. 

De qualquer modo, a Câmara Municipal merece boas e honrosas menções, tendo em vista a inegável desenvoltura demonstrada no decorrer dos últimos períodos legislativos.

À frente Sheila Jaqueline Miranda Araújo (Sheila de Zé Juvenal) e, em sequência, Ednaldo José dos Santos (Ednaldo de Zé de Nita), ambos com raízes no povoado de Caraíbas, conduziram a presidência da Casa com reconhecida competência, considerada também a valiosa participação dos demais membros da Edilidade que se comportaram com louvável empenho.  

A votação e aprovação do projeto de mudança do nome da Rua Coronel João Sá para Rua Dorotheu Pacheco de Menezes, inobstante algumas poucas vozes discordantes fora da Edilidade, parece ter assegurado à Câmara de Vereadores o necessário respeito e sinalizado interesse na preservação dos valores culturais do município e a capacidade de auscultar a voz dos chorrochoenses.    

araujo-costa@uol.com.br

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