Em Patamuté, uma história de vida essencialmente voltada à simplicidade

“A gente pode ter orgulho de ser humilde” (Dom Hélder Câmara, arcebispo de Olinda e Recife, 1909-1999)

A família noticiou o falecimento de Euza Vital ocorrido em 19.03.2026, a caminho dos 95 anos.

Euza Vital, 1931-2026/Arquivo da família

Euza Vital era filha de Josefa Mendes Vital e Francisco Ferreira Vital (Chiquinho Vital), referência de honradez, dignidade, decência e irrepreensibilidade de caráter.

Além de Euza Vital, esse núcleo familiar compunha-se de Ana Mendes Vital Matos, Maria da Silva Vital, Francisca da Silva Alves, Mílton Ferreira Victal, Bonifácio, João Vital e Nequinha.

As construções precisam de esteios e de cumeeiras para se sustentarem diante da implacável ação do tempo. Assim, as famílias, que se sustentam na hombridade e na edificação de sua história de vida.

O tempo corrói todas as coisas, mas tem o condão de sedimentar as lembranças e consubstanciar o respeito e admiração aos bons feitos dos antepassados.  

Desmoronam-se as colunas, os esteios, mas ficam as lembranças, os exemplos, principalmente os bons exemplos.

À semelhança dos demais integrantes do núcleo familiar, Euza Vital era impressionantemente simples, de modo que seu existir enriqueceu a vida social de sua geração em Patamuté.

Deixou robusto exemplo de humildade.

Como se vê – e a história de Patamuté atesta – Euza Vital fazia parte de família bem estruturada, culturalmente rica e, sobretudo, honrada.

Que Jesus Cristo lhe indique o caminho e Deus a ampare.

araujo-costa@uol.com.br

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