Marcas históricas de Barro Vermelho

Caminha para o aniversário de 11 anos o lançamento do livro Barro Vermelho – memória e espaço, de autoria do jornalista e escritor curaçaense Maurízio Bim Moreira.

O livro é o retrato histórico de Barro Vermelho, simpático distrito do município baiano de Curaçá e cuida, com elogiável primor, da vida do lugar desde os primórdios e se envereda no tempo até alcançar os dias de agora.

O distrito é culturalmente rico. Ademais, sua gente é encantadora e hospitaleira.

Tive a honra de construir alguns amigos em Barro Vermelho, dentre eles, com subida deferência, Yolanda Martins Ribeiro e Osmar Ribeiro Fonseca, este último filho do lugar, foi deputado estadual em São Paulo e resistente à ditadura militar de 1964.

Tempos inesquecíveis em São Caetano do Sul, no ABC paulista. Tribuno buliçoso, Osmar dignificava a política paulista.

Em junho acontecem os festejos de São João Batista, padroeiro de Barro Vermelho e com eles se somam o viver das tradições locais, dentre essas a Banda Filarmônica 15 de Março e a referência ao memorial do maestro Filemon Gonçalves Martins, honra e glória de Barro Vermelho.

A Irmandade do Sagrado Coração de Jesus faz parte das tradições do lugar.

A música é uma de suas principais referências.   

araujo-costa@uol.com.br  

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