Cutucar a história, lembrar pessoas, sedimentar lembranças, reviver amizades.

Alguns de meus leitores – mais do que leitores, amigos – me perguntam por que escrevo tanto sobre lugares por onde passei, andei, sofri e construí amizades.
A resposta é simples, razoavelmente simples. Valho-me da lição dos antigos, nossos antepassados do Nordeste: “Mais vale um amigo na praça do que dinheiro no caixa”.
Nos dias de hoje não é bem assim. Valem a fama e o dinheiro. Um equívoco que deixamos para as novas gerações.
E, nessa toada da sabedoria dos mais velhos, convivi com pessoas formidáveis, algumas se fizeram minhas amigas e outras nem tanto, mas não saíram de meu repertório de lembranças.

Garimpei essas fotos. Em razão do meu tempo de Patamuté.
Saudade.
araujo-costa@uol.com.br